segunda-feira, 29 de agosto de 2011

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Postado Por Keth Postado As 05:45 Com Sem Comentarios


"vc é linda quando está amando"


às vezes, a gente nem quer, mas entrega fácil o coração... Boa semana! ;)

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Do que já não dá mesmo!!!

Postado Por Keth Postado As 05:59 Com Sem Comentarios
Eu sou uma mulher de 30!

Mas, eu não sou uma mulher de 30 ansiosa pelo casamento e pela maternidade. Casamentos eu já tive, na verdade, eu só os tive. E a maternidade, essa experiência diária, eu tenho a benção de viver, com todas suas dores e delícias.

Não sou também uma pessoa carente por sexo. Este eu já tive com amor e sem, de formas e maneiras bem diversas. Por minha vontade, dos outros e de ambos.

Carência de um homem, um amor, uma paixão avassaladora... olhaaaaaa, até já imaginei que eu teria, mas entendi que não.

O fato é que as afirmações acima me fazem uma estranha no ninho social que eu conheço atualmente. Além das urgências que as pessoas cultivam em cada uma das situações descritas, ainda existem as pitadas de joguinhos emocionais quando alguma nuance de relação começa a acontecer.

Ou eu me tornei uma chata, dessas de carteinha, ou o mundo está com uma visão distorcida da realidade.

Seja como for, eu não entendo e, mais que isso, eu não aceito, gente que quer "brincar de sim ou não"*. Estou sem tempo pra isso. Sem vontade também.

E, além disso, também não estou com pressa suficiente pra sair "dando" pra um cara só porque ele me beijou... não estou na feira, disponível, do tipo, catei, levei, é meu!

Quem quer relacionamento fast-food que vá ao delivery correto. Eu sempre soube onde encontrar meus foods quando quis ter, mas não estou, sob nenhuma circunstância, nesse tipo de prateleira aí.

Entendi e bem que o pior tipo de solidão é a solidão a dois... e por isso mesmo, não estou com pressa.

Portanto, se vc quer brincar disso, na boa e com todo respeito, procure no lugar certo, que, definitivamente, não é aqui!!!


Bom dia!!! Excelente semana!!!



"brincar de sim ou não" - gente que pensa que sim é não e que não é sim

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Aos meus pais...

Postado Por Keth Postado As 10:50 Com Sem Comentarios
Hoje eu amanheci realmente feliz e por uma razão absolutamente nobre: é aniversário de casamento dos meus pais, já são 39 anos que estas duas pessoas, fundamentais na minha vida, compartilham a vida em comum.

Eu poderia começar com os textos clichês sobre família, amor, pais, filhos e afins... mas eu páro e penso que para além do que eu consiga verbalizar, há algo que é intangível e esse algo se chama exemplo.

Na verdade, a minha família, apesar de ter características peculiares que as assemelha as famílias dos comerciais de margarina, está longe do tradicional. 

O que eu aprendi com essas duas pessoas foi algo tão simples e tão difícil de viver, fazer, ser...  mas que fazem a real diferença....

Aprendi que amor em nada tem haver com as paixões avassaladoras, que na verdade a gente ama a pessoa cheia de defeitos, que embora se reclame de uma característica ou outra, não se quer, nunca, estar longe de quem se ama... que não há uma idade para amar, namorar, se enamorar... isso é como o amor... adormece e se renova... que amar requer paciência, e que o amor da sua vida pode não agir exatamente como você espera e que vai ser necessário aprender a lidar com isso.

Aprendi que a vida pode ser leve, que viver bem é acumular mais que grana e status, viver bem requer leveza e jogo de cintura... requer generosidade, solidariedade... que a comida e a roupa devem ser sempre as melhores, que o carro deve ser confortável, a casa aconchegante... mas que pra tudo isso há que estudar e batalhar muito.

Aprendi que honestidade não preço, mas tem um valor inestimável, que sua consciência e reputação não podem se perder em nenhum momento, que todos os sonhos podem ser alcançados, mas que o caminho pra isso tem que ser SEMPRE o correto.

Aprendi que criar os filhos é um ato que exige amor e devoção, que não há dinheiro que forme uma pessoa, que isso precisa de uma base, uma base sólida e cheia de amor e que esse amor precisa ser incondicional. Que o filho não é só pra vc e que não vai fazer tudo como vc espera e que será necessário amá-lo ainda mais por isso

Aprendi que pais e filhos podem ser amigos, até devem e que não importa se você, de repente, demorou pra entender isso... que vc deve praticar essa amizade assim que vc descobrir o quão ela é necessária na sua vida.

Aprendi a dizer eu te amo, como se eu te amo fosse uma frase banal. Amar é isso, é simples, é diário, é cotidiano.

Aprendi que se deve pedir a benção, nunca mentir, e sempre pensar nos seus atos. Mas, ainda mais que isso, sempre se deve respeitar o outro e nunca, nunca mesmo, pensar ou falar algo de negativo em relação a quem quer que seja. Independente do que tenha acontecido... é a vida que resolve como aplicar as suas peças e não o que sentimos a respeito dos outros que define o que acontecerá a quem quer que seja....

Aprendi que família é, no fundo e ao final de qualquer situação, o que vai te sustentar quando toda a base cair.

Aprendi que preciso confiar em Deus.

Aprendi tanto... mas a minha felicidade maior é poder ter essas duas pessoas, sempre, pra poder continuar aprendendo, sempre mais.

Um feliz dia aos meus pais!!!

E que Deus nos conceda a benção de vivermos, ainda, mais dias na presença um do outro.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

dos caminhos... os tortuosos ;)

Postado Por Keth Postado As 10:49 Com Sem Comentarios
Mulheres..... universo complicado esse... 
(pelo menos no meu sentido de universo feminino "a nível de mim mesma" rs)

Uma hora você quer uma coisa com demasiada força e convicção e quando ela chega até você, o que existe, de verdade, é o medo!

Simples assim! 

Medo do óbvio, medo de ter o que se deseja e, mais que isso, um medo da previsibilidade de perder àquilo que vc, na verdade, ainda nem tem.

Ou seja, entre querer e aceitar, tem um caminho longo, árduo, cômico, interessante, inesperado... profundo!


Não estamos sempre prontos a aceitar, porque nunca estamos prontos a abrir mão.


Se eu corto as raízes antes que elas se aprofundem, de certa forma, fico com a ilusão de que doerá menos. Como se, por acaso, o vazio não doesse de forma tão devastadora.


A diferença do vazio e da presença é também a ilusão, a grata ilusão de que, no vazio, quem controla a situação é a gente, enquanto na presença, a situação está a cargo do outro...


Mulheres, aaaah, as mulheres....
(ai, ai, ai... aaaah, a Kethleen!rs)

Uma ou outra situação, vazio ou presença, é sempre nossa a responsabilidade da reação... no final das contas, somos só nós e o nosso travesseiro e todas as dores choradas no escuro do quarto.


A leveza dói... a verdade é essa... nunca estamos prontas pra ela... não assim, de uma hora pra outra.



Mas... talvez, quem sabe, de repente....

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

um ponto de vista egoísta, isso mesmo! ;)

Postado Por Keth Postado As 18:43 Com Sem Comentarios

Aquele momento na vida em que vc desiste... não de viver, mas de insistir... de tentar fazer a engrenagem funcionar como manda o figurino, de prestar contas, de tentar fazer tudo como todo mundo lhe fez acreditar que deveria ser feito...
 
É que não vai ser, realmente possível, aturar certas coisas, pessoas e situações por um sempre e constante tempo...
 
Eu cheguei naquele ponto em que me quero mais, quero me conhecer melhor, viver minhas experiências de forma mais egoísta, sem ter que associá-las a existência fundamental de um ente exterior a mim.
 
Eu sinto assim, essa urgência de mim... de curtir meu humor ruim e minha quietude boa, de ser silêncio, pranto, riso... de ser qualquer coisa, qualquer sentimento, de poder ser tudo e ser nada... mas de ser assim ou de qualquer jeito... qualquer coisa que se pareça e seja só "eu mesma"...
 
Eu não espero que o universo páre pra que eu me aproveite melhor, mas eu anseio com uma força devastadora que eu páre, que eu não necessite tanto assim de todo o universo... que eu me sinta assim, com mais força e intensidade...
 
Cheguei a essa conclusão, preciso me conhecer! Ou, pelo menos, me sentir!
 
Preciso me livrar dessa ansiedade incômoda de querer que alguém supra o que eu não sei exatamente como suprir, de esperar dos outros e, justamente por isso, me doar com toda a força que necessito receber... quero me dar, me dar muito e bem mais, mas quero fazer isso comigo, pra mim, de maneira calma, tranquila, possível... quero poder resolver isso comigo mesma, não pra me sentir necessariamente segura, mas pra poder me sentir frágil sem ter que me sentir ridícula por isso.
 
Quero muito aprender a dizer não pras minhas carências, especialmente àquelas que me levam a aceitar coisas, pessoas e situações que só vão me encher com um vazio absolutamente doloroso e constrangedor... Quero o silêncio pra ouvir meu coração, pra entender, de verdade, o que eu quero... pra aprender a esperar, esperar, não pelos outros, mas pelo meu próprio tempo.
 
Quero tantas coisas... mas todas elas são realmente muito egoístas... é como se eu quisesse engravidar de mim mesma, parir aquilo que eu ainda não conheço mas desejo conhecer intensa e verdadeiramente.
 
Ando cansada de pessoas... e não consigo me sentir culpada por isso... é como num filme, enquanto todo o mundo está gritando avassaladoramente, em sua volta só há silêncio... vc não consegue ouvir, ver, sentir... 
 
Existem tantas histórias... mas eu sinto e sinto de verdade, que todas elas vão perdendo a força, o brilho, a nuance, a cor, o cheiro... porque, no fundo, eu não estou em nenhuma delas. Quem está lá é uma mulher meio impulsiva, meio insegura, meio ansiosa, meio tanta coisa... mas nunca e profundamente algo que seja total, forte, intenso... amor!
 
Sinto falta de amar... mas não vou conseguir alcançar isso enquanto eu não estiver suficientemente enamorada de mim mesma....