De todas as coisas que me circundam nesse momento da minha vida, a que eu mais sinto falta, é daquela sensação de urgência, daquela vontade que não se explica, da necessidade que nunca é saciada, daquele quase sufocar de sentimentos e sensações, que arrepiam a pele e que parecem promover rajadas de vento na espinha dorçal...
E de todas essas vontades do que [ainda] não vem, do que [ainda] não acontece, só me mostram que... não, eu não "quero a sorte de um amor tranquilo"... eu quero a sorte de amar!

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